sábado, 7 de agosto de 2010

Minha inquietude nasceu comigo.
Há um estranho desassossego em mim,
Há sempre um grito que rompe meu silêncio, um riso pra conter meu choro, uma aurora pra iluminar minha noite!
Não sei dizer o que tanto inquieta minha alma, há uma rebeldia incontida, uma eterna perturbação que não sossega, um desejo que não cessa.
Sou um preso que anseia pela liberdade, um homem livre que continua atado a seus grilhões. Uma parte de mim traduz a multidão das coisas, a outra desenha um urso solitário perdido no frio de um inverno escuro. Há uma inquietude em mim que não passa!!!

06.08        

D.

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