domingo, 5 de dezembro de 2010

Infinitos nossos

E se escrevo é pra celebrar-te
é pra bendizer meu coração que agora é teu.
escrevo-te porque imagino-te.
cheiro-te em ventos coloridos,
zéfiros de ti que desenhei invisíveis
com a lembrança do teu perfume

amo-te e por amar-te assim,
brisa melíflua,
te celebro em segundos de olfato.
te celebro nestas linhas minhas,
poemas que faço pra sentir-te.
te celebro, amor, porque te quero infinito
neste infinito que cabe na palma da minha mão
o infinito de nós..


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