segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Monólogo da Tristeza

E sim, meus versos nascem da dor
lâmina de cortar a alma,
dilacerando a carne.
Tristes poemas imersos no mar,
infindáveis águas profundas.
Eu fui outrora rio que desaguava no Índico
Rio de cores muitas,
deuses vários,
flores tantas.
Faróis que vi neste oceano
iluminando meu olho de lágrima
lágrimas que vertiam neste rosto
este rosto meu..
triste,
sozinho..


2 comentários:

Anônimo disse...

Com o coração muito, muito apertado!
Deus está tratando o meu coração orgulhoso com força...

A filha da Baronesa - Daniela Possamai disse...

Escuta o coração..
Ele tem uma voz muito rouca para o orgulho dos homens..
Escuta com pés de cuidado e primaveras..
Coração é músculo ininterrupto..
Amai, portanto, amai de horizontes,
a perder de vista..