sexta-feira, 18 de março de 2011

Quintana


É preciso,
 é preciso urgentemente defender a morte da poesia.
 Poeta, onde estás tu que não me ouves?
 Por que deixaste de preencher vazios nos corações humanos?
 Lembra que a beleza de tuas palavras traziam alegria aos nossos olhares.
 E que a placidez de teus dizeres contemplavam a amargura infinita de nossas vidas.
Oh, poeta, renasce mais uma vez desse mundo sombrio e vens para celebrar o encanto da poesia.
Vens dizer-nos que tu resistes à passagem dos teus anos
 e confirma mais uma vez a beleza da palavra no transcorrer fugaz da tua vida.


 para Quintaninha em 03.05.94

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