sexta-feira, 3 de junho de 2011

Entre mim e ti, as construções de Chagall

falo-te numa língua terna e secreta.
 tateio o cordão de flores que me lanças
como ditongos soltos.
o abecedário que aprendo devagar..



tu falavas do tempo,
 mas eu só reparei
a limpidez dos teus olhos.



roubei uns versos do teu jardim..
tuas flores poemas..



Eu te quis pintar em cores invisíveis ..
choveu..
aquarelei teu rosto no meu beijo matiz..


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