sexta-feira, 3 de junho de 2011

A escultura de mármore de Paros


Eu faço poesia de mar
e te ofereço meu cabelo ao vento.
Eu canto às sereias
as canções minhas de amor e ternura.
Ouça-as!! São tuas!!
Tão tuas, meu amor
que ninguém mais as compreenderá..
Só tu..
Só tu e esse teu ouvido de anjo,
esse teu coração puro e amante.
Um coração que ama sem explicação ou teoria.
Um amor tão grande e belo
que atravessa a noite e ganha o orvalho da manhã.
Um amor imenso que só te pede que me beijes,
que pede ansioso que a tua mão encontre a minha.
Que pede nada..
só tu e esse teu sorriso.
Que só te pede que descanses teu olho em mim
e que me abraces longamente.
Eu, a escultura de mármore de Paros,
Eu, essa escultura tua,
inacabada
ansiosa de ti..



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