sábado, 17 de março de 2012

Poema n. 4 - Um coração que morre



Eu tinha um coração tão violeta
Violento
Duro,
Que sangra
Que quer mais
Que pede mais
Coração criança insaciável
Sem educação
Sem propósito
Insano
Desmedido
Orvalhado e lacrimoso
Distante
Ausente
Remendo
Pretérito
Preterido
Cansado
Que bate
..
Bate
..
..
Bate
..
..
..
Parou


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