quinta-feira, 3 de maio de 2012

A poética da ausência



Em que nuvem do céu estarás tu, amor,
que não lhe posso ver?
Minhas saudades são galáxias perplexas!!
Horizontes incandescentes de frio e lonjuras..
Não te ausentes de mim, amor..
Não te vás nunca..
Nunca, amor..
Sem ti sou pétala abandonada no rio,
esse rio que não flutua,
esse rio quase morto,
que não desagua,
um rio triste e sozinho
- pobre riacho sem ti perdido - perdido,
na procura infinita
dos teus braços de mar..

17/04

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