sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O amor, essa inquietude



Hoje, no dia dos amantes, eu faço um apelo ao amor perdido..
Que não morra o amor,
nem se perca nas calçadas,
Que resista incólume a falta de tempo e de beijos
Que aguente firme, o amor
Nem sortilégios façam-no fugir
Nem relicários faltem ao amor
Que as nossas mãos vazias de amor
Sejam capazes de construí-lo, castelo de areia, sempre que hajam sirocos enfurecidos..
Há de sobreviver o amor,
Há de ser justo
E sobretudo, há de ser belo como são os amanheceres dessa primavera..

Cpg. 12/jun/12

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