segunda-feira, 22 de abril de 2013

Poema sem nome nr. 13




Ahh deixa-me..
Deixa-me ir..
Deixa que eu arrebente as portas,
deixa que eu pule os muros,
deixa que eu atravesse as esquinas..
Deixa sair feito louca pela cidade adormecida..

Canso-me, às vezes, desse mundo feio..
Canso-me do que sou, desses versos, desses lamentos ao vento..
Canso-me de tudo isso e só te peço que me beijes..
Ahh cala-me,
cala-me a boca..
e aninha em mim qualquer bocado teu..

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